Prólogo do Desespero
Não quero Pasárgada, Avalon ou Xangrilá,
Tampouco sonho com a Canção da América
Prefiro ficar do lado de cá
Na sombra de minha insânia colérica
A bem da verdade deixo o barco fluir
Nas águas cálidas da minha vida incompleta
E aos poucos vejo meu castelo ruir
Debaixo da velha árvore, minha sombra predileta
Que tudo fosse como minha vida demente
As pessoas seriam interessantes
Haveria alegria em toda essa gente
E as coisas, assim como minhas palavras, seriam totalmente dissonantes
Mas como já falei não quero sonhar
Prefiro beber até cair
Pois por mais difícil que seja acreditar
A verdade é cruel e difícil de digerir.

1 Comentários:
beber até cair, aaahhhhhh! =)
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