Prólogo de existência
Não sou Parnasiano
Romântico ou mesmo um profeta,
Não aprendi a tocar piano
Sou apenas um reles poeta.
Disponho a palavras de forma incoerente
Pois não sou um literato
E espero de toda essa gente
O seu definitivo ultimato
Quem sabe um dia eu pegue um canudo,
Escreva um livro ou mesmo uma carta
mas tenho a certeza que ao final de tudo
Nunca terei a mesa farta.
No entanto, ando de bar em bar
Declamando a frase daquele poeta
E por mais que eu não queira acreditar, meu Deus
"Chutes de poeta não levam perigo a meta".

3 Comentários:
"Pensar é estar doente dos olhos" (Fernando Pessoa). Eu prefiro ser poeta e cega, e nisso te acompanho!
Cara eu curto mais um estilo livre mas gostei muito desse teu. Ainda mais nas situação que foi composto. Rumo ao livro!!!
0/
como somos estranhos...fazemos algo que depende da dor pra ser realizado e mesmo assim agarramos esse algo com todas as nossas forças...
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