domingo, 25 de janeiro de 2009

Prólogo do Desespero

Não quero Pasárgada, Avalon ou Xangrilá,
Tampouco sonho com a Canção da América
Prefiro ficar do lado de cá
Na sombra de minha insânia colérica

A bem da verdade deixo o barco fluir
Nas águas cálidas da minha vida incompleta
E aos poucos vejo meu castelo ruir
Debaixo da velha árvore, minha sombra predileta

Que tudo fosse como minha vida demente
As pessoas seriam interessantes
Haveria alegria em toda essa gente
E as coisas, assim como minhas palavras, seriam totalmente dissonantes

Mas como já falei não quero sonhar
Prefiro beber até cair
Pois por mais difícil que seja acreditar
A verdade é cruel e difícil de digerir.

1 Comentários:

Blogger Suellen Rubira disse...

beber até cair, aaahhhhhh! =)

13 de março de 2009 às 13:38  

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