Prólogo de Amor
Estes teus olhos cheios de malícia
Fitam-me a cada esquina
E então penso eu, que delícia
Esses olhos de mulher menina
Mas se me observares atentamente
Verás que não sou o que procuras
Pois infeliz é aquele que mente
Para ti, ser de múltiplas formosuras
E se me julgas digno do teu amor
Não me resta outra coisa a fazer
A não ser cair no teu fulgor
E dar-te infindável prazer.

1 Comentários:
por um momento achei que ias fugir da criatura, aí sim! ahsiahsia
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