Como postagem de número 50 desse blog, posto um poema dedicado a minha doce irmã, Alice, com seus nove meses de vida
Olhinhos pequeninos
Que me observam nervosos e atentos
Assim sinto-me um menino
Quando estranhas os meus movimentos
E quando essas frágeis mãos tocam meu rosto
Vejo o quão sublime é a vida minha
E de joelhos, resignado fico posto
Ante a tua magnitude, minha fadinha
Céus e mares dobrar-se-ão tranqüilos
Bem como eu, cego de paixão
De estrelas buscarei muitos quilos
Para expressar tamanha emoção
Quando cresceres não te esqueças de mim
E não percas essa doce meiguice
Pois saibas que meu amor por ti nunca chega ao fim,
Minha querida e amada Alice.
Alice
Olhinhos pequeninos
Que me observam nervosos e atentos
Assim sinto-me um menino
Quando estranhas os meus movimentos
E quando essas frágeis mãos tocam meu rosto
Vejo o quão sublime é a vida minha
E de joelhos, resignado fico posto
Ante a tua magnitude, minha fadinha
Céus e mares dobrar-se-ão tranqüilos
Bem como eu, cego de paixão
De estrelas buscarei muitos quilos
Para expressar tamanha emoção
Quando cresceres não te esqueças de mim
E não percas essa doce meiguice
Pois saibas que meu amor por ti nunca chega ao fim,
Minha querida e amada Alice.

2 Comentários:
Nada como o amor fraterno!!!
0/
que coisa mais fofinha esse poeminha para a tua doce menininha! =)
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