terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Prólogo de existência

Não sou Parnasiano
Romântico ou mesmo um profeta,
Não aprendi a tocar piano
Sou apenas um reles poeta.

Disponho a palavras de forma incoerente
Pois não sou um literato
E espero de toda essa gente
O seu definitivo ultimato

Quem sabe um dia eu pegue um canudo,
Escreva um livro ou mesmo uma carta
mas tenho a certeza que ao final de tudo
Nunca terei a mesa farta.

No entanto, ando de bar em bar
Declamando a frase daquele poeta
E por mais que eu não queira acreditar, meu Deus
"Chutes de poeta não levam perigo a meta".

3 Comentários:

Blogger Silvana Bronze disse...

"Pensar é estar doente dos olhos" (Fernando Pessoa). Eu prefiro ser poeta e cega, e nisso te acompanho!

20 de janeiro de 2009 às 13:55  
Blogger Mr. Rickes disse...

Cara eu curto mais um estilo livre mas gostei muito desse teu. Ainda mais nas situação que foi composto. Rumo ao livro!!!

0/

20 de janeiro de 2009 às 17:37  
Blogger Suellen Rubira disse...

como somos estranhos...fazemos algo que depende da dor pra ser realizado e mesmo assim agarramos esse algo com todas as nossas forças...

13 de março de 2009 às 13:31  

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