terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Desalento

Como um triste afago de uma mão benevolente
Minha vida segue adiante,
Seja como um solitário caminhante
Ou acompanhado de seres que, como eu, ousam seguir em frente

Mas por mais que e tente me livrar
Da bruma negra que envolve meu coração,
Acabo de joelhos caindo ao chão
E deprimido, me ponho a divagar

Pois bem! se sozinho estou, e assim vou ficar,
Por que não viver em paz
E aos quatro ventos dizer, que aqui jaz
Um homem, que com cuja existência, cansou de parolar

E agora, caros, vou para meu castelo em ruínas
Refletir sobre idéias hostis
Ou então relembrar de pessoas vis
Que destruíram minha vida com suas línguas ferinas.

1 Comentários:

Blogger Silvana Bronze disse...

"Paroles" do francês...palavras...
se cansastes de falar, pois bem...
ponha-te a escrever, porque da tua pena nascem belas poesias, meu irmão de solidão.

8 de janeiro de 2009 às 14:27  

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