terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Último post do ano, espero que eu tenha alcançado o meu objetivo na criação deste blog que nada mais é do que expor minhas opiniões, divulgar minhas produções nos campos das artes e das letras (no qual sou um mero simpatizante), bem como tornar esse espaço público um domínio da cultura útil, e não esse entulho de lixo digital que encontramos com tanta facilidade por aí.
É isso queridos, dá-se por encerrada as atividades de 2008. Até o ano que vem, e que as produções sejam muito maior do que foram nesse ano.
Cinco poemas que escrevi nessa semana, fruto de uma melancolia absurda, uma pequena crise depressiva, e a auto mas nem tanto exclusão da sociedade.

Lentidão
Acaba a noite.
Raiou o dia
E junto
Minha agonia
Suave e quente
Como um beijo,
Ou como sangue ardente
Que derramo em vão,
Noites e noites
Preso ao grilhão
De meu remorso esparso
Nesse imenso vazio
Que não há espaço
Para sequer pensar
Ou então,
Levemente imaginar
Que a vida é bela,
E não essa desolação.

4 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

Cá estou...pois o que mais quero é fazer um movimento artístico na cidae...tb toco um pouco e adoro artes visuais...trabalho na Livraria Vanguarda se der aparece e já tenho duas pessoas interessadas em se reunir...vamos conversar por e-mail...digo.loco@ig.com.br...grande abraço...Ah! parabéns pelo blog

2 de janeiro de 2009 às 04:50  
Blogger Unknown disse...

Linda tua poesia! Sabe, esses momentos são chatos pra gente, mas rende arte boa :P o Van Gohg era super depressivo, né?
Mas não fica triste nada, guri! A vida é linda e tem um monte de pessoas que te adoram! E tu é muito talentoso, na escrita e nas visuais :)
Não vai cortar a orelha, hein?! Podes precisar dela :D
Beijão, te cuida!

2 de janeiro de 2009 às 18:08  
Blogger Silvana Bronze disse...

ah! pusestes nome nos poemas!!! agora sim!!!
abraços...

8 de janeiro de 2009 às 14:23  
Blogger Suellen Rubira disse...

Ahhh a depressão... eu choraria por tua prisão mas ante belos escritos julgo até necessário alguns momentos de infinita dor.

13 de março de 2009 às 13:29  

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