Poesias de um mundo decadente
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
- Eu faço versos como quem morre.
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
- Eu faço versos como quem morre.

2 Comentários:
Morro um pouco a cada dia de dor e desespero morro um pouco a cada dia de amores e de zelo. Morro um pouco a cada dia de saudade e de ansiedade morro um pouco a cada dia por mil coisas que eu não sei o nome, nem sei se são traduzíveis ao mero dicionário humano. Mas se me perguntam se eu quero viver, respondo como um esterno condenado a essa arte mais primordial de se encantar com as pessoas, com os gestos, com a natureza, enfim com a vida: “SEMPRE!” Poso morrer todos os dias por fatores desprezíveis, mas sempre ei de renascer a cada pequena alegria. (ótimo meu guri! Ótimo)
Faz versos como quem morre para poder viver...
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