Coisas que escrevo em minhas crises depressivas ou em meus ataques de misantropia.
Lágrimas de sangue
Serão derramadas em meu nome
Pois muitos buscaram minha ruína
E desejaram que eu morresse de fome
Mas reconheci suas fraquezas,
E investi sem piedade
Minha lâmina expôs vísceras
Em nome de minha liberdade.
Agora o que me resta
É esta solidão sem fim
E a absoluta certeza
De que eles nunca chegarão a mim.
Mas por mais gloriosa que seja
Esta vitória reverberante
Minha espada pede mais
Em sua busca por sangue incessante.
E nessa agonia sufocante
Observo o surgir da alvorada,
E por um momento vem a tristeza
De estar longe da minha morada.
Lágrimas de sangue
Serão derramadas em meu nome
Pois muitos buscaram minha ruína
E desejaram que eu morresse de fome
Mas reconheci suas fraquezas,
E investi sem piedade
Minha lâmina expôs vísceras
Em nome de minha liberdade.
Agora o que me resta
É esta solidão sem fim
E a absoluta certeza
De que eles nunca chegarão a mim.
Mas por mais gloriosa que seja
Esta vitória reverberante
Minha espada pede mais
Em sua busca por sangue incessante.
E nessa agonia sufocante
Observo o surgir da alvorada,
E por um momento vem a tristeza
De estar longe da minha morada.

2 Comentários:
Interessante o jeito que escreves. As vezes me parece Goçalves Dias. Por outro, aqule espítito "pagão" do Augusto dos Anjos. É uma pena que poucas pessoas invistam na maravilhosa união entre poesia,e artes visuias. Forte abraço do colega e amigo Fabiano.
Oi moço.
Que poema lindo esse teu!!! Gostei porque acho que já estive na tua pele e te confesso que pensei as mesmíssimas coisas. Me identifiquei mesmo. Parabéns.
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