Escritos na areia
Quem sois vós que me açoitas
Sem minha face admirar,
Como ousas tal afronta
Sob a alcunha soberana
De tratar-me como escória
E ousando me enfrentar.
Mas tomado por fúria indelével
Rompo os grilhões da tortura
Tomo-te o jugo que não te pertence
E bato-lhe a face
Para jamais desobedecer
Tampouco desafiar.

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